A Administração da Sociedade presta especial atenção às matérias
relativas ao Governo das Sociedades, entende que a política do
Grupo é consentânea com as melhores práticas do mercado e que o
funcionamento do seu modelo de governo é o mais adequado aos
interesses de todos os seus stakeholders.
Modelo de Governo
Jerónimo Martins adoptou, em 2007, o chamado modelo de governo
"anglo-saxónico", tendo os seguintes órgãos sociais: a Assembleia
Geral, o Conselho de Administração, a Comissão de Auditoria, o
Revisor Oficial de Contas e o Secretário da Sociedade, no que se
entendeu ser uma evolução coerente do anterior modelo monista.
Este modelo de governo é depois completado e adaptado às
necessidades da sociedade pela configuração da estrutura de
organização interna escolhida pelo órgão de administração.
Organização Interna do Conselho de Administração
Administrador-Delegado e Comissões especializadas
Desde 2010, o Conselho de Administração de Jerónimo Martins
optou por delegar a gestão corrente dos negócios sociais num
Administrador-Delegado e constituir no seu seio Comissões
especializadas destinadas ao acompanhamento e supervisão de
determinadas matérias.
A actual estrutura do Conselho de Administração integra o
Administrador-Delegado, a Comissão de Responsabilidade Corporativa
(CRC) e a Comissão de Avaliação e Nomeações (CAN).
Direcção Executiva
Também em 2010 e com o objectivo de coadjuvar o
Administrador-Delegado no desempenho das suas funções, o Conselho
de Administração procedeu à criação da Direcção Executiva, um órgão
ad-hoc composto por quadros superiores do Grupo e pelo
próprio Administrador-Delegado que o preside.
Outras Comissões
A Sociedade possui ainda uma Comissão de Vencimentos, eleita
pela Assembleia Geral, uma Comissão de Ética e uma Comissão de
Controlo Interno.